terça-feira, 6 de março de 2012

Ainda evoluímos?


Quem é que nunca se perguntou se ainda estamos evoluindo? Tudo bem, admito que os criacionistas nunca, tampouco cogitam esta ideia. Mas, como evolucionistas que somos - pois pessoas sensatas não podem, por favor, pelo amor de deus (ehehehe), considerar o contrário - e, como ignorantes em vários aspectos da teoria da evolução, uma vez, ou outra, nos pegamos a lucubrar a questão: Ei, será que a espécie Homo ainda evolui?
Bem, ao que tudo indica, ou seja, o que nos mostram as pesquisas a respeito, sim, estamos. Mas, antes, preciso esclarecer os engraçadinhos que ainda querem pegar-nos na estúpida charada "se somos descendentes de macacos, por que ainda existem macacos?". É verdade, meu caro amigo, e amiga, há ignóbeis, nestes dias hodiernos que ainda conjecturam tal pergunta. Pode acreditar. Então, lá vai: nós não evoluímos dos macacos, e sim de um ancestral comum (como você pode ver no esquema que ilustra este post). Essa é uma informação cediça, há muito, nas plagas evolucionistas. Mas, vocês sabem, em se tratando dos filhos de Adão e Eva...
O que os estudiosos sabem, sobre a pergunta que intitula esta postagem, é que, para a evolução, os fatores mais importantes, aqueles que preponderam, são os diferenciais de reprodução entre os indivíduos que ainda existem atualmente e que podem variar significativamente entre os diversos grupos humanos. Contudo, esclarecem os especialistas, mesmo que não haja evolução biológica, a seleção natural continua a exercer seu papel através de outros fatores e mecanismos evolutivos que se mantem atuantes mesmo na ausência de variações genéticas associadas à fenótipos mais ou menos vantajosos durante as inevitáveis interações sócio-ecológicas entre os indivíduos e entre eles e o meio. 
Evolução, então, meu camarada, não significa apenas e tão somente a sobrevivência do mais apto (na verdade, isso é seleção natural - ainda que uma coisa não anule a outra) e necessárias mudanças na estrutura anatômica de uma espécie, embora tenhamos estudos mostrando alterações específicas entre transgerações que se sucedem em populações humanas modernas, especialmente em mulheres. Dito isso, quando perguntarem se ainda estamos evoluindo, responda sim! Afinal esta senhora é um processo dinâmico, que parece nutrir certa hostilidade às situações estáticas, enfadonhas. 

Quer saber mais, muito mais? Pesquise, ora bolas. Eu já "dei a letra". 


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